Saúde

SAÚDE! Mudança de temperatura e ácaros são os ingredientes para a rinite alérgica

Espirros, coriza, nariz fungando, entupido e dormir de boca aberta parecem sinais de gripe, porém, esses sintomas também são características de uma crise de rinite alérgica. Como diferenciar?

A especialista da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI), Dra. Ingrid Souza Lima, explica que, ao contrário da gripe, a rinite alérgica não é transmitida e também não causa febre. De todas essas sintomatologias descritas, o que mais incomoda o paciente com rinite é o nariz entupido diariamente, já que não consegue respirar direito, o que leva a usar medicações inadequadas.

Mudança de temperatura e ácaros podem ser desencadeadores das crises de rinite alérgica. O diagnóstico correto é fundamental para se ter sucesso no tratamento. Não se automedicar e procurar por um especialista para que ele possa identificar qual o tipo de rinite são os primeiros passos para o sucesso do tratamento.

“Fazer o controle ambiental, retirando possíveis objetos que podem acumular ácaros, como cortinas e tapetes, encapar colchão e travesseiro com capa impermeável, deixar o ambiente iluminado e bem arejado são algumas das ações indicadas ao paciente diagnosticado com rinite alérgica”, explica a Dra. Ingrid. Uso de medicações e imunoterapia, conhecidas como vacinas para alergias, são outras formas de tratamento que podem ser definidas pelo especialista de acordo com o tipo de rinite que for diagnosticada.

Rinite Alérgica – A rinite alérgica não é contagiosa e pode começar em qualquer período da vida, porém, é pouco frequente antes dos 12 meses de idade. Os sintomas clássicos da rinite alérgica são: crises de espirros, coriza clarinha, coceira no nariz (podendo atingir também os olhos, ouvidos e a garganta) e entupimento nasal.

Uma criança com pais alérgicos terá aumentada de 50% a 70% a chance de desenvolver uma doença respiratória, inclusive rinite alérgica. No  Brasil, um estudo do International Study of Asthma and Allergies in Childhood (ISAAC) mostrou frequência média de 12,5% de rinite entre crianças de 6 e 7 anos e de cerca de 20% em adolescentes com idades de 13 a 14 anos. A incidência progride até a adolescência, fase da vida em que pode afetar até 25% da população.

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