Brasil

Março se torna mais uma boa data para o varejo

Dia Internacional da Mulher, ou Mês da Mulher, tem se apresentado como mais uma oportunidade para incrementar o faturamento

O dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher, acabou se tornando mais uma importante data a ser trabalhada pelo varejo. E o melhor: se estende pelo mês todo. O fato de a data ganhar cada vez mais expressão no país tem feito com que o setor reconhecesse no evento uma oportunidade não só de faturar mais, mas também de engajar o público feminino. Não é novidade que as mulheres representam a maioria dos consumidores de lojas físicas e de colaboradoras e empreendedoras no comércio também.

 

Por isso, ao pensar no período como uma ocasião para impulsionar os negócios, é importante enxergar o significado do Dia da Mulher. E, considerando o perfil do público, criar a melhor estratégia, que pode ser desde a distribuição de flores e bombons e evoluir para uma ação de responsabilidade social, que considere o aspecto histórico, político e social da data. “A melhor opção e que trará resultados positivos dependerá do tipo de negócio e do volume investido”, afirma Ádila Ribeiro Berretella, diretora da TOP PEOPLE, empresa especializada em trade marketing e recrutamento e seleção.

 

A força dos números

E mesmo que essa oportunidade ainda não seja a mais extraordinária para o faturamento, é, sem dúvida, uma chance singular de cativar um público economicamente ativo e que tem um poder influenciador muito grande. Prova disso está nos números do livro “Por que elas compram?” de autoria de Bridget Brennan, que diz que o sexo feminino representa 65% das compras de vestuário, 52% de veículos novos (inclusive caminhões), afora os 80% nas aquisições que influenciam; nos eletrônicos, o percentual é de 45% nas compras feitas por elas e de 61% nas que elas influenciam; 20% das compras de moradia são feitas por mulheres solteiras e 91% é o percentual de todas as compras no setor influenciadas por mulheres. Os setores de plano de saúde (80%), viagem (70%), seguros, investimentos e planos de aposentadoria (90%), vinhos (55%) e jogos eletrônicos (40%) também são dominados por elas.

 

Para Ádila, ainda que gradual, o processo de inserção de mulheres no mercado de trabalho e, consequentemente, o maior poder aquisitivo, vem fazendo com que consumam não somente para atender as necessidades básicas, mas, também, para saciar desejos: “Pode ainda não ser uma daquelas datas mais celebradas, de força de vendas para o comércio, mas é, certamente, mais um bom momento para alavancar os negócios. Ações bem pensadas e planejadas são a chave para tornar a data cada ano mais rentável”, finaliza.

Foto Divulgação

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